“A vida do homem é semelhante à relva: floresce como a flor do campo, que se vai quando sopra o vento.”
Tudo passa. E tá tudo bem.
Essa peça fala sobre impermanência — sobre entender que nada dura pra sempre, mas tudo tem seu tempo certo.
Ela também carrega a ideia dos ciclos da vida: o que vem, vai… e o que vai, abre espaço pro novo.
Pra quem vive o agora e confia no fluxo.
